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As bibliotecas escolares na formação dos estudantes

As bibliotecas escolares na formação dos estudantes

Com papel de destaque na qualidade do ensino as bibliotecas escolares demandam gestão específica,com ferramentas e sistema personalizados para o setor

Por Liliana Giusti Serra, bibliotecária do SophiA

 

As bibliotecas escolares são espaços que proporcionam aos estudantes o acesso a fontes de informações variadas, como livros, revistas, gibis, além de proporcionar computadores para realização de consultas na internet e demais fontes, como livros digitais, vídeos e jogos. É um espaço para pesquisas, leitura e discussões, apoiando as atividades pedagógicas desenvolvidas em sala de aula e precisa de sistemas e ferramentas próprias para uma gestão adequada.

Estudos realizados no Canadá e Estados Unidos demonstram que escolas cujas bibliotecas são fomentadas com recursos e geridas por bibliotecários com experiência na área educacional, possuem altos níveis de qualidade de ensino e estímulos a leitura, e, portanto, mostram-se superiores que o de escolas que não possuem estas condições. Na última década, reforça-se a credibilidade da relação positiva entre bibliotecas escolares e a evolução acadêmica dos estudantes.

O espaço da biblioteca deve ser atrativo e convidativo para a descoberta de recursos, de forma intuitiva e amigável. Cabe ao bibliotecário organizar os materiais para que estejam ao alcance dos usuários e acessíveis de acordo com a faixa etária e nível de letramento dos estudantes.

Uma prática bastante usual em bibliotecas escolares é a organização dos livros por meio de recursos iconográficos, atribuindo imagens e cores a conceitos como ciências, história, religião e demais áreas do conhecimento. Isto favorece a apropriação do espaço por parte dos estudantes, dando autonomia para suas escolhas para pesquisas e leitura, de acordo com seus interesses. Assim, o usuário pode identificar o assunto que está procurando e verificar se a obra é apropriada à sua faixa etária. A simples associação de cores a uma temática permite, inclusive, que crianças em fase inicial de letramento percorram estantes de livros procurando os assuntos que gostam.

A organização dos acervos ocorre por assuntos, comumente orientada por tabelas de classificação como a CDD (Classificação Decimal de Dewey) ou a CDU (Classificação Decimal Universal). Estas tabelas não são de fácil assimilação para o público escolar. Ao atribuir cores aos assuntos, esta dificuldade é transposta, criando um elo entre a linguagem visual e a localização dos itens nas estantes.

Anteriormente a vinculação de cores era limitada ao espaço físico da biblioteca, com aplicação de etiquetas em estantes e livros. Atualmente é possível expandir este arranjo ao catálogo online na Web, garantindo aos estudantes a mesma experiência ao utilizar a biblioteca no computador, celular e tablet ou em visitas presenciais. Assim, uma pesquisa pode ser feita sem a digitação de nenhuma palavra, somente ao consultar uma categoria e visualizar os registros vinculados a ela, como se o estudante estivesse navegando entre as estantes.

 

As tabelas de classificação utilizadas comumente nas bibliotecas possuem nomenclaturas complexas, voltadas ao público adulto. É possível adotar o uso de termos simplificados para representar uma temática, com adoção de palavras familiares ao público infanto-juvenil, ou ainda incluir diversas imagens para representar um conceito.

A biblioteca pode, também, organizar seu acervo sem uso das tabelas de classificação, mas adequando a distribuição do acervo de acordo com a linha pedagógica adotada na escola. Para tanto, é necessário personalizar a descrição, cores e imagens das categorias, visando proporcionar flexibilidade aos bibliotecários.

Os sistemas para bibliotecas são desenvolvidos com focos em acervos grandes e complexos, voltados para bibliotecas públicas, universitárias, jurídicas etc. Estas ferramentas, em decorrência de seus custos e visual pouco amigável, não são muito utilizadas em escolas.

Não existia, até então, uma solução voltada ao segmento escolar, com recursos compatíveis com as necessidades descritivas e que não representassem um forte investimento às instituições. Com o Philos as escolas contam com um sistema simples, acessível e repleto de recursos, uma aplicação Web que dispensa investimentos em tecnologia, na medida para atender as demandas de estudantes e professores. A biblioteca necessita somente de um computador ou dispositivo móvel com acesso à internet. É ligar e começar a usar, sem se preocupar com instalações, espaço para armazenamento ou atualizações!

Um sistema para bibliotecas escolares deve ter aderência aos padrões da biblioteconomia, porém de forma amigável. As ações para inclusão dos registros devem ser fáceis, com recursos de importação por meio de leitura de ISBN, inclusão de capas e com opção para vincular arquivos digitais e links aos recursos.

O bibliotecário escolar realiza diversas ações, como orientação de pesquisas, estímulo à leitura, atendimento, divulgação, trabalhos técnicos de classificação e catalogação, emissão de relatórios, realização de inventários e demais atividades. O Philos auxilia estas atividades, diminuindo esforços, além de proporcionar mobilidade ao bibliotecário, com o acervo podendo ser acessado inclusive por dispositivos móveis. Assim, a biblioteca pode ir até o aluno e este tem a biblioteca ao alcance de seu bolso, por meio de celulares ou tablets.

Unir classificação por cor, interface de busca amigável ao usuário e serviços de circulação, inventário, referências bibliográficas e demais funções gerenciais, abrangendo recursos impressos e eletrônicos, amplia a participação da biblioteca na formação escolar dos alunos e ações de estímulo à leitura. Estas condições reforçam o entendimento de que as bibliotecas contribuem com a vida acadêmica dos estudantes e devem ser usadas como uma ferramenta para educação.